11.12.21

a dor do óbvio

Quem sente na pele, na carne, se indigna. Não entende e nem compreende. Tenta, mas não consegue. Bebe. Se entorpece. Tenta esquecer. Saber o por quê. Quer dizer, nem quer saber, de verdade, o que levou a isso. Mas não se esconde! Só fracos se escondem!

O que se sabe é que hoje e amanhã, o sentimento será o mesmo. Depois de amanhã também. Para todo o sempre. Por isso, não se deseja saber às veras, o que aconteceu. Ah, mas que se dane!

Por que é só uma bola? Um campo de grama lisa e uns caras que correm sobre ele atrás daquela bola?

Negativo!

É pelas cores! Pela camiseta. Pela glória!

Pelos amigos conquistados ao longo dessa jornada que em breve, tão logo se acabará quando a morte chegar. Mas que para sempre ficará marcada no curso da história. 

10.12.21

missão a cumprir!

Voltei. Aliás continuei por aqui, mas em silêncio. Realmente eu acreditei que o Grêmio não fosse cair. Acreditei. Fiz o que pude. Fui à cancha, inclusive. Lamento se por algum momento eu iludi alguém, quando muitos já apontavam o triste "fim".

Estive fora, pois quando a coisa se transforma em xingamentos, em algo pessoal, é melhor se ausentar.

O momento é difícil. Mas o Grêmio continua. E não é a quantia de tombos o que importa. É a capacidade de se reerguer após a queda que define a nossa grandeza. E a maior das grandezas do Grêmio somos nós, seus torcedores. Desde pequenos. Desde sempre. Não à toa muitos de nós estaremos na rua hoje com o manto sobre a pele.

Temos uma missão a cumprir. E essa missão é estar com o Grêmio onde o Grêmio estiver.